Descobrir por si só
pode ser mais poderoso
do que escutar a resposta certa
Quero dividir contigo algo que mudou minha forma de enxergar o mundo - e que talvez possa fazer sentido para você também.
Nos últimos anos mergulhei em um modelo de estudo e prática que me tocou profundamente: a
maiêutica socrática.
Sim, aquele método filosófico que vem da Grécia antiga, em que Sócrates dizia que seu papel não era ensinar, mas ajudar o outro a “parir” suas próprias ideias, por meio de perguntas bem feitas.
Pode soar filosófico demais num primeiro momento… mas o que mais me encantou é
como essa abordagem é profundamente prática, humana e atual.
No lugar de dar conselhos, opiniões ou receitas prontas, a maiêutica nos convida a fazer perguntas que levam a descobertas.
E, quando isso acontece,
o que emerge não é só uma resposta: é uma mudança de consciência.
Comecei a usar essa abordagem com clientes em consultorias, com colegas, com familiares… e comigo mesmo.
Percebi que, muitas vezes,
o que trava não é a falta de conhecimento. É a falta da pergunta certa.
Alguns exemplos simples de perguntas que já abriram caminhos reais para mim e para alguns clientes (empresas e profissionais):
- Por que isso está me incomodando tanto?
- O que estou tentando controlar aqui?
- Se eu não precisasse provar nada para ninguém, o que eu escolheria agora?
- Essa urgência é real ou foi fabricada pela minha ansiedade?
- O que estou evitando olhar de frente?
Essas perguntas não trazem soluções mágicas. Mas
nos colocam num lugar mais honesto, presente e lúcido.
Em um mundo tão acelerado e cheio de ruídos, reaprender a perguntar (e escutar) é uma das habilidades mais poderosas que podemos cultivar - para liderar, empreender, viver.
Se algo disso tiver nexo com o seu momento, fico feliz.
Caso contrário, tudo bem também - guarde esse texto como quem guarda uma boa pergunta para outra hora.
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